Inteligência Emocional, para mim, não é apenas um tema de interesse. É uma verdadeira paixão. É um eixo central em todas as áreas da minha vida.
É um tema onde invisto continuamente através de formações, participação em eventos, leitura de livros, artigos científicos e estudos com especial foco no trabalho de Daniel Goleman, uma das maiores referências mundiais nesta área. É um tema que vou trabalhando e fortalecendo através da observação diária das pessoas, das equipas, das interações sociais mas sobretudo, na observação consciente sobre mim própria.
Enquanto profissional na área de Learning & Consulting, procuro ser uma verdadeira embaixadora desta temática, promovendo junto do meu ecossistema a importância da Inteligência Emocional no dia a dia.
É importante referir que a Inteligência Emocional tem, hoje, um lugar claro e sustentado no contexto organizacional, mas o seu verdadeiro valor vai muito para além disso.
Está presente na forma como lidamos, com os nossos próprios desafios internos, e quando reconhecemos uma emoção antes de reagir automaticamente.
Está presente na capacidade de manter o equilíbrio em contextos exigentes, de encontrar motivação mesmo quando os resultados ainda não aparecem e de agir com intenção em vez de impulso.
Está também, inevitavelmente, em todas as relações que construímos, na escuta ativa genuína, na empatia que criamos e na forma como comunicamos.
Está na capacidade de ouvir alguém, mesmo quando discordamos.
Pessoas emocionalmente inteligentes conseguem ler o contexto, ajustar o seu comportamento e construir relações mais sólidas, baseadas em confiança e respeito mútuo.
É precisamente neste ponto que a nossa oferta formativa em Inteligência Emocional ganha relevância, ao transformar este conhecimento em prática concreta. Através de programas desenhados para o contexto real das organizações, desenvolvemos competências que impactam diretamente as pessoas, as equipas e consequentemente os seus resultados.
Neste mês da Consciência Emocional, deixo uma reflexão que me acompanha:
“Estamos a reagir ao que sentimos ou a escolher agir com Inteligência Emocional?”
Por Márcia Guerreiro,
Learning & Development Senior Consultant | Adecco Portugal
